terça-feira, 10 de setembro de 2013

Feliz de mim porque ainda sofro, porque ainda consigo aprender com as amarguras e sinto nelas quando em regressão, um pouco de paz... Ainda bem que existem maus momentos para conseguirmos distinguir o inverso!!

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Da chuva eu hesitei de correr, agi com toda a loucura possível em mim,
Por ti eu colorí as paredes do meu imenso Jardim!


O destino tem marcação rigorosa!!

Conspiração, turbulência, insanidade.... já previa...
Quando o destino mais uma vez se demonstra como era e insistia,
Um decorrer e final sempre tão previsíveis, que já imaginaria,
Um amargo ingerido no sentir que eu não queria!

Palavras que são apenas facilidades na comunicação universal,
Pensamentos que são unicamente a intensa viagem pelo oculto,
Obscuros sentimentos reduzidos a chumbo na área peitoral,
Uma dor humana e mortal de um ser que reina e parece inculto...

O sangue que derrama no pensamento e em sensação,
Corpo que obedeçe ao imaginário da dor irritante,
Ser gemeo, igualmente trémulo que te condiz sem noção,
acontecimentos sem resposta, decorrer inquietante!






terça-feira, 3 de setembro de 2013



Não tenho peso no universo, não faço parte dos complementos necessários da gravidade,

Não tenho fama, não faço história no meio de tanto ciclo inevitável,

Sou o rebento verde, redondo e perfeito que renasceu á sua pouca liberdade,

Sou mulher insconsciente da verdade, movida á dor, insana e instável...


Interiorizando as sensações mais perfeitas do mundo, o meu exterior não se regenera,

Sou refém da própria vontade alheia, natural, que ninguém conheçe.

Sou satisfação, brilho e total disponibilidade para quem me venera,

total atrito inconformável com a vida na madrugada até o amanhecer...