terça-feira, 16 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
Eu adoro agir pensando no assunto, mas uma parte de mim é repentina! Digo sim fácilmente, experimento sem saber como é....adoro a sensação de receber uma gratificação por algo que não conhecia mas conseguí contornar, adoro a sensação de vencer sendo aprendiz, sendo nova e velha, sentir que posso ensinar muito a pessoas mais velhas, que apenas mais velhas são pela idade, os seus tremores foram poucos, as mãos e rosto não têm tantas rugas de choro e alegria, os seus pés não têm calos, o seu rosto é sério, não sentem o além da sua humanidade nesta tarefa tão difícil que é a vida.
Eu não me acho, eu sou, e quem o diz não sou eu, tenho a mínima inteligência; é como saber que a maçã do pecado é vermelha e colocar as mãos no fogo. Não tenho certezas de muitas coisas, mas há outras pelas quais até posso morrer para não as ver desaparecer.
Eu não me acho, eu sou, e quem o diz não sou eu, tenho a mínima inteligência; é como saber que a maçã do pecado é vermelha e colocar as mãos no fogo. Não tenho certezas de muitas coisas, mas há outras pelas quais até posso morrer para não as ver desaparecer.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
A realidade de tudo confirma-se nunca pela investigação, pela suposição leve, pelas palavras doces ouvidas, que não são diretas, apenas andam ao vento. A realidade é um tremor doloroso, que arde, queima, nos abana, nos encurrala, nos acorda... A realidade é nos dada a conhecer muitas vezes já tarde, quando nos iludimos demasiado... quando a nossa consciência já nos acha tolos de encarar a verdade e nos mata uma parte do coração com um sopro da verdade!
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