Presa á minha existência, vou reivindicar,
Mesmo com lágrima, dor, turbulência, alguma paz,
Preto no branco, mesmo que o chão vá desabar,
Que o sol brilhe a uma mulher sofrida e capaz.
Não quero amor duradouro, quero novidade,
O cómodo sem mudança cansa, foge da irrealidade,
Nesta mortalidade quero pouco e certo na verdade,
Paixão arrebatadora que me dê liberdade!!

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