domingo, 5 de outubro de 2014
Há momentos em que me coloco a pensar no meu ateísmo AGNÓSTICO, que apenas agnóstico é, para não ser átoa. Há realmente momentos como o de á poucos minutos, em que sinto uma paz vinda não sei de onde, que me consome o coração, alma, mente, corpo, olhar e capacidade! Ah, sei lá.... algo inexplicável, não fosse eu agnóstica. Coisas que não temos resposta, mas sabemos que são fora do comum, têm algo de mágico, têm uma mão divina. Só não aceito qualquer tipo de explicação por achar que a minha raça é leiga demais para o explicar. Prefiro ficar na certa ignorância, com algo não efetivo, que me pode mexer com o imaginário, do que me aprisionar a uma ideia social.
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