quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

"O ponto alto de uma paixão, em que o nosso coração ferve, a garganta estreita, o corpo estremece, e a alma funde, e mais... nos leva a amar acima de tudo, a não querer mais ninguém, a morrer por amor, deve-se ao facto de sermos completamente imaturos. O inocente leva-nos a cometer crimes, que nos enlouquecem por amar e estar a cometer o maior erro da nossa vida. Nunca iremos dar por completo a nossa naturalidade com a maturidade. A maturidade tira nos as asas, a altitude, o poder de desejar sem preocupação pessoal. A gente quer, a gente luta, a gente vive para esse amor, esquecemo nos de nós. Amar enquanto jovem, nos primeiros degraus da vida, é amar sem maestro na orquestra. E para quê? Desafinem cá fora, a música para os meus ouvidos é aquela que interiormente ele me fez ouvir, me fez ser, me fez dançar..."




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