A indecisão, a confusão, um passo atrás com todo aquele receio. Uma lágrima (ou muitas), a dor da falta, da saudade, e todos esses sentimentos que nós humanos temos ou já tivemos na nossa bagagem, devem ser absorvidos de forma inteligente. Peneirar as más sensações e as usarmos de forma criativa, faz de nós presentes neste mundo, e ser presentes não é só cá estarmos. Sejamos poetas, pensadores, caminhantes da noite fria e inspiradora, sejamos sempre nós, mas que haja a capacidade de voarmos muito além do básico limite das nossas asas, que nos questionemos, que nos soltemos no profundo das questões da vida, sem certezas, sem conclusões drásticas, pois o mais fascinante da nossa existência é sermos intensos, e absorver de tudo um pouco para vivenciarmos o valor de cada detalhe, de cada momento, sem enlouquecermos.
Lúcia
25/Nov/2016
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