sábado, 25 de maio de 2013

 O que se esperar de uma vida mortal, desprotegida e imoral?

Passamos 18 anos da nossa vida acelerados, queremos as coisas e momentos demasiado depressa. Sonhamos com o futuro sem saber que estamos no melhor presente!

Atingímos a maioridade, somos livres aos problemas, aos arrepios de pele, ao medo, ao desgosto de sermos nós os protagonistas da estrada da vida. As nossas lágrimas caem apenas dentro do nosso círculo, sentimo-nos obrigados a agir por nós e não pelos outros. Embora necessitemos de amparo, só faz sentido se formos pelos nossos pés.
Depois de encarar a vida e passarmos por dificuldades, sentimos que também há momentos bons apesar da forçada exigência da nossa sobrevivência. Piscamos os olhos e já sabemos de cor a dor dos espinhos dos nossos próprios erros. Chegamos á altura em que olhamos para nós, e temos pena do passado e dos erros que cometemos. Estamos a olhar para um espelho rico, determinado, honrado, mas os nossos baús estão cheios de poeiras e arestas por limar. Se não podemos então voltar ao passado, nada melhor do que nos mandarmos a partir de agora para o que queremos fazer nesta vida. Somos prisioneiros das condutas forçadas, da sobrevivência, do dinheiro, do julgamento, das más linguas, pela política.
Chegamos a velhos, e talvez fique o gosto do " podia ter feito mais", por isso, vivam, digam que não, ameaçem os vossos sentidos desviados para o mal, lutem pelo não obvio, pelo obvio, pelo difícil, pelo fácil também, por ti, por ti, e só por ti!!!
A humanidade tende em se destruir, aproveita enquanto aqui estás, e faz por mereceres a eternidade nas mentes de quem te olhou com um brilho nos olhos!

Porque é que ás vezes acho que estamos a retroceder?





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